quinta-feira, 28 de abril de 2011
CONVITE - Assunto: Agenda da Ministra Luiza Bairros da SEPPIR em Londrina
Combater o racismo não é uma opção; é uma obrigação moral e ética!”
Assunto: Agenda da Ministra Luiza Bairros da SEPPIR em Londrina
CONVITE
Prezadas Senhoras,
Prezados Senhores,
Com nossos fraternos cumprimentos, convidamos Vossa Senhoria para participar de evento com a presença de Sua Excelência, Luiza Bairros Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR/PR, no dia 28 de abril próximo vindouro conforme programação anexa.
Na ocasião, a Ministra fará o lançamento das campanhas “2011 – Ano Internacional dos Afrodescendentes” e “Igualdade Racial é Pra Valer”
Na oportunidade, o Prefeito Barbosa Neto fará também a entrega dos livros didáticos-pedagógicos sobre História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, adquiridos para a Rede de Ensino Básico do Município em cumprimento à Lei 10.639/2003 e 11.645/2008.
A participação de Vossa Senhoria é de alta relevância para fortalecimento e efetivação
das políticas de promoção da igualdade racial em nossa região.
Na expectativa de contarmos com a sua inestimável presença, subscrevemo-nos
cordial e fraternalmente,
Maria de Fátima Beraldo
Coordenação de Promoção da Igualdade Racial FIPIR/PR/Região Sul
Coordenadora Regional
(Em anexo segue programação do evento)
Combater o racismo não é uma opção; é uma obrigação moral e ética!”
2011 Ano Internacional dos Afrodescendentes –
“Igualdade Racial é Prá Valer”
Programação
Data – 28 de abril de 2011 (quinta-feira)
08:30 – Recepção e coffee-break
09:00 – Apresentação cultural
09:30 – Prefeito Barbosa Neto recebe a Ministra Luiza Bairros
10:00 - Coletiva aberta de imprensa com a presença do Prefeito Barbosa
Neto, autoridades e a Ministra Luiza Bairros da Secretaria de
Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR.
Durante a coletiva o Prefeito fará: Entrega dos livros didático-pedagógicos sobre História e Cultura Áfro-Brasileira e Indígena, adquirido para o acervo do Município em cumprimento à Lei 10.639/2003.
A Ministra fará pronunciamento sobre: Ano Internacional dos
Afrodescendentes e a Campanha “Igualdade Racial é Prá Valer”.
12:00 – Almoço
14:00 - Pronunciamento de Sua Excelência a Ministra Luiza Bairros da
SEPPIR sobre: Ações Afirmativas na Educação e as Relações Etnicorraciais.
16:00 – Coffee-break
16:30 – 2011 Ano Internacional dos Afrodescendentes “ Igualdade Racial é Prá Valer”.
19:00 – Encerramento.
Local de Realização – Sincoval – Sindicato do Comércio Varejista de Londrina, Rua
Governador Parigot de Souza, 220.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Urgente - Reunião para organizar a agenda da Ministra Luiza Bairros com o Movimento Negro
Prezadas,
Prezados,
Ativistas, Lideranças, Representações do Movimento Social Negro de Londrina e Região
Face a agenda da Ministra Luiza Bairros, da SEPPIR/PR, em Londrina nesta quinta-feira, 28 de abril, estamos chamando toda representação do Movimento Social Negro para uma reunião, amanhã, quarta-feira, às 18hs, na Casa dos Conselhos, na avenida Bandeirantes, para a elaboração de uma pré-pauta conjunta do que pensamos enquanto políticas de igualdade racial que contemple as demanadas da Sociedade Negra de Londrina para entregar à Ministra.
Na oportunidade, tragam projetos ou pré-projetos já elaborados para discussão e encaminhento.
Contamos com a participação de todas/os para somarmos esforços na construção desse projeto, aproveitando a presença da autoridade em nossa cidade.
Saudações!
Fátima Beraldo
Gestão de Política de Promoção da Igualdade Racial
Gestora Pública
Tel: (43) 3372-4274 Cel: (43) 9997-9377, (43) 8413-3139
E-mail: gppir@londrina.pr.gov.br
?Combater o racismo não é uma opção; é uma obrigação moral e ética!?
mobilização
www.re-tratos.
terça-feira, 26 de abril de 2011
É HOJE - REUNIÃO DO FÓRUM HIP HOP MUNICIPAL SP
DIA 26/04/2011 HORÁRIO:18:30
PREDIO PARTICIPAÇÃO E PARCERIA - RUA XAVIER DE TOLEDO, 119 - TÉRREO
COM A COORDENADORIAS DO NEGRO E JUVENTUDE PARA VERIFICAR A SITUAÇÃO DOS PAGAMENTOS E ANDAMENTO DA SEMANA DE HIP HOP 2011
DIA 28/04/2011 - HORÁRIO: 19:00 - AÇÃO EDUCATIVA - RUA GENERAL JARDIM, 660 - PRX REPUBLICA E SANTA CECILIA
PAUTA:
HIP HOP FILMES - ENCARCERAMENTO OUTRAS QUESTÕES FEMININA - DATA MARCADA 20/05/2011
FORMAÇÃO DAS MESAS, GRUPOS QUE APRESENTARÃO, CRONOGRAMA E DIVULGAÇÃO.
PARTICIPAÇÃO NA MESA DO SEMINÁRIO DE JUVENTUDE NA CAMARA - 21/05/2011
Oi! Visite.
MY SPACE clique http://www.myspace.com/rapperpirata
Blogger Rapper Pirata
http://rapperpirata.blogspot.com
Orkut clique http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=1849091096719757289
FONE: 55-11-8216-2160
EMAIL: rapperpirata@gmail.com
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
CURSO ESCRITA NEGRA
O Ponto de Cultura Círculo Palmarino: de periferia para periferia valorizando a cultura afro brasileira realizará um curso de literatura e cultura africana e afro brasileira. O curso se realizará ao logo de 6 (seis) encontros aos sábados das 13h às 18h, completando 30 horas de formação, tendo inicio no dia 30 de abril. A concepção pedagógica teve a colaboração do Allan da Rosa, Edições Toró, e será distribuído certificado ao final mediante ao aproveitamento de no mínimo 75% do curso. Serão oferecidas 40 vagas e as inscrições devem ser feitas até no máximo dia 27 de abril através do preenchimento da ficha de inscrição na sede do Círculo Palmarino ou encaminhando a ficha para correio eletrônico: circulopalmarinosp@gmail.com . Ficha de Inscrição (arquivo anexo) O que? Curso Escrita Negra Quando? De 30/04 a 04/06 das 13h às 18h Onde? Sede Nacional do Círculo Palmarino Endereço: Rua Campos Sales, 43 – Jardim Presidente Kennedy – Embu – SP (Próximo a Escola Municipal Paulo Freire) Informações: (11) 4782-2869 (11) 9840-7244 Programação 30/04 - Textos abolicionistas como literatura negra - Salloma Sallomão 07/05 - Literatura negra infanto-juvenil e cartografias literárias da diáspora - Luana Antunes Costa 14/05 - Literatura Angolana - Cristiane Santana 21/05 –Literatura Moçambicana - Maria Paula 28/05 - Trajetórias migrantes femininas: De Lélia González a Carolina de Jesus - Flávia Rios 04/06 – O teatro negro - Dirce Tomás Juninho twitter.com/jrpalmarino Tel. 4782-2869 Círculo Palmarino - SP |
__._,_.___
Anexo(s) de Juninho
1 de 1 arquivo(s)
terça-feira, 29 de março de 2011
A LEI RACISTA DO PARANÁ
Para conhecimento do Movimento. Negro.
att: Santa de Souza
O autor classifica um parlamentar e dirigente sindical como "professor de racismo", e o blog não apenas publica o ataque como o reitera no título da postagem. Lamentável.
Agora é a vez do PARANÁ, trilhar a conhecida estratégia das Foudacion´s de nos igualar aos que há de pior nos EUA com políticas públicas raciais, conforme o projeto de um ´professor de racismo´ o Deputado Professor LEMOS-PT
A lei racista do Paraná
www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-lei-racista-do-parana
Enviado por luisnassif, sab, 26/03/2011 - 08:11
Por José Roberto F. Militão
NASSIF, em janeiro pp, o governador TARSO GENRO - PT, ilustre jurista, homem público, ex-Ministro da Justiça e ex-Ministro da Educação que questionava as políticas de ´cotas raciais´, passou a cumpriu um papel histórico por ser inédito: o de governar pela primeira vez com leis raciais ao sancionar lei absurda de autoria do Deputado RAUL CARRION (PCdoB) uma réplica do ´Estatuto da Igualdade Racial´, lei Federal 12.288 de 2010. www.vermelho.org.br/rs/noticia.php?id_secao=113&id_noticia=145919.
Agora é a vez do PARANÁ, trilhar a conhecida estratégia das Foudacion´s de nos igualar aos que há de pior nos EUA com políticas públicas raciais, conforme o projeto de um ´professor de racismo´ o Deputado Professor LEMOS-PT, um partido fundado sob a premissa socialista da promoção da igualdade e não da diferença racial. O nobre Deputado deve ter se ausentado das aulas de pedagogia e gazeteado as da doutrina marxista, assim como não aprendeu as regras básicas de constitucionalidade das leis em que razoabilidade e proporcionalidade são pré-condições essenciais de adequação, ao propor na Assembléia estadual do Paraná, uma réplica de lei federal. Com esse projeto de lei, o ilustre ´professor´ será lembrado pela história como um dos precursores da pedagogia estatal do racismo no Brasil. www.jusbrasil.com.br/noticias/2620897/deputado-propoe-a-criacao-do-estatuto-da-igualdade-etnico-racial-do-parana
Nada explica a réplica estadual dessa lei federal, se não temos notícias de réplicas do Estatuto da Criança; do Estatuto do Idoso ou da Lei Maria da Penha, leis federais garantidoras de direitos especiais, senão o objetivo de cumprir o papel da pedagogia da ´raça estatal´, aliás, recém defendida por um ativista do movimento negro racialista HÉDIO SILVA JR, (DEM-SP) num silogismo patético: “Obviamente, para você ter uma sociedade não racializada você precisa acabar com o racismo. E prá você acabar com o racismo, você precisa reconhecer que tem raças. Nós não queremos reconhecer raça para eternizar raça, nós queremos reconhecer raça para acabar com o racismo e pensar o pós-racismo como uma sociedade não racializada que é a reivindicação do Congresso Nacional Africano.” www.afropress.com/noticiasLer.asp?ID=2581
É incompreensível que tais políticas raciais sejam defendidas e implantadas com tanta ênfase pelo PT e PCdoB, ditos socialistas, abraçando a mais conservadora e reacionária política pública já praticada pelo Estado republicano, ideal do racismo no século 19 e 20. Essa segregação de direitos foi realizada nos EUA pelos escravistas ´democratas´ após a abolição da escravidão imposta pelos republicanos em 1864, através da doutrina de ´iguais, mas separados´ a partir de 1884. Também foi consumadas na tragédia do nazismo e praticada com crueldade e desumanidade pelo aphartheid na África do Sul. A outorga de direitos raciais pelo colonizador belga é que produziu o ódio étnico que resultou no maior genocídio dos últimos trinta anos praticado por Hutus radicais contra os Tutsis em Ruanda, e, sempre que praticado pelo estado, a ´raça estatal´ jamais produziu bons frutos.
Em minha exposição dia 05/3/2010, na audiência pública no Supremo Tribunal Federal, alertava aos D. Ministros: “Se a Suprema Corte autorizar a produção de leis raciais, nós teremos, em cinco, dez anos, milhares de leis raciais; todos os estados e municípios, todos os distritos, todas as universidades, todas as escolas serão submetidos a um regime de legislação racial.” luisnassif.com/forum/topics/comparato-x-militao-as-razoes?xg_source=activity . Ousei lembrar a mais Alta Corte, lições de MONTESQUIEU sobre quais os efeitos colaterais da pedagogia racial estatal, especialmente a nós afro-descendentes, as vítimas do racismo. Dizia o filósofo do iluminismo: “Nós recebemos três educações: a da família, a dos pais; a dos mestres, educadores; e a do Estado. Esta última, a do mundo, a do Estado, destrói cabalmente as duas primeiras.”
Ao contrário do que pensa o Deputado professor de racismo, o estado não pode fazer a pedagogia racial violadora do direito à dignidade humana dos afro-brasileiros. Em qualquer identidade jurídica racial, os pretos e os pardos serão designados a ´raça negra´, aquela que o racismo afirma ser a ´raça inferior´. Ao estado cabe fazer a educação para a cidadania que é a educação para a liberdade e a igualdade que são direitos da humanidade que o estado não pode violar. Conforme pondera MARIA VICTÓRIA BENEVIDES: “Vale lembrar como MONTESQUIEU já situava os direitos da humanidade acima de todos os outros. Numa luminosa reflexão, infelizmente pouco divulgada, por pertencer aos seus escritos esparsos, ele afirma: "Se eu soubesse de algo que me fosse útil e prejudicial à minha família, eu o rejeitaria de meu espírito. De algo que fosse útil à minha família e não à minha pátria, procuraria esquecê-lo. Se soubesse de algo que fosse útil à minha pátria e prejudicial à Europa, ou então útil à Europa e prejudicial ao gênero humano, eu consideraria isso um crime". (1996; www.hottopos.com/notand2/ educacao_para_a_democracia.htm ).
ORTEGA y GASSET, nos legou um dever ético: a entrega às futuras gerações de um ambiente social melhor do que recebemos. Temos o dever de impedir que envenenem o ambiente social do futuro. O que propõe o nobre ´professor de racismo´ é prejudicial ao gênero humano. É crime!
att: Santa de Souza
O autor classifica um parlamentar e dirigente sindical como "professor de racismo", e o blog não apenas publica o ataque como o reitera no título da postagem. Lamentável.
Agora é a vez do PARANÁ, trilhar a conhecida estratégia das Foudacion´s de nos igualar aos que há de pior nos EUA com políticas públicas raciais, conforme o projeto de um ´professor de racismo´ o Deputado Professor LEMOS-PT
A lei racista do Paraná
www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-lei-racista-do-parana
Enviado por luisnassif, sab, 26/03/2011 - 08:11
Por José Roberto F. Militão
NASSIF, em janeiro pp, o governador TARSO GENRO - PT, ilustre jurista, homem público, ex-Ministro da Justiça e ex-Ministro da Educação que questionava as políticas de ´cotas raciais´, passou a cumpriu um papel histórico por ser inédito: o de governar pela primeira vez com leis raciais ao sancionar lei absurda de autoria do Deputado RAUL CARRION (PCdoB) uma réplica do ´Estatuto da Igualdade Racial´, lei Federal 12.288 de 2010. www.vermelho.org.br/rs/noticia.php?id_secao=113&id_noticia=145919.
Agora é a vez do PARANÁ, trilhar a conhecida estratégia das Foudacion´s de nos igualar aos que há de pior nos EUA com políticas públicas raciais, conforme o projeto de um ´professor de racismo´ o Deputado Professor LEMOS-PT, um partido fundado sob a premissa socialista da promoção da igualdade e não da diferença racial. O nobre Deputado deve ter se ausentado das aulas de pedagogia e gazeteado as da doutrina marxista, assim como não aprendeu as regras básicas de constitucionalidade das leis em que razoabilidade e proporcionalidade são pré-condições essenciais de adequação, ao propor na Assembléia estadual do Paraná, uma réplica de lei federal. Com esse projeto de lei, o ilustre ´professor´ será lembrado pela história como um dos precursores da pedagogia estatal do racismo no Brasil. www.jusbrasil.com.br/noticias/2620897/deputado-propoe-a-criacao-do-estatuto-da-igualdade-etnico-racial-do-parana
Nada explica a réplica estadual dessa lei federal, se não temos notícias de réplicas do Estatuto da Criança; do Estatuto do Idoso ou da Lei Maria da Penha, leis federais garantidoras de direitos especiais, senão o objetivo de cumprir o papel da pedagogia da ´raça estatal´, aliás, recém defendida por um ativista do movimento negro racialista HÉDIO SILVA JR, (DEM-SP) num silogismo patético: “Obviamente, para você ter uma sociedade não racializada você precisa acabar com o racismo. E prá você acabar com o racismo, você precisa reconhecer que tem raças. Nós não queremos reconhecer raça para eternizar raça, nós queremos reconhecer raça para acabar com o racismo e pensar o pós-racismo como uma sociedade não racializada que é a reivindicação do Congresso Nacional Africano.” www.afropress.com/noticiasLer.asp?ID=2581
É incompreensível que tais políticas raciais sejam defendidas e implantadas com tanta ênfase pelo PT e PCdoB, ditos socialistas, abraçando a mais conservadora e reacionária política pública já praticada pelo Estado republicano, ideal do racismo no século 19 e 20. Essa segregação de direitos foi realizada nos EUA pelos escravistas ´democratas´ após a abolição da escravidão imposta pelos republicanos em 1864, através da doutrina de ´iguais, mas separados´ a partir de 1884. Também foi consumadas na tragédia do nazismo e praticada com crueldade e desumanidade pelo aphartheid na África do Sul. A outorga de direitos raciais pelo colonizador belga é que produziu o ódio étnico que resultou no maior genocídio dos últimos trinta anos praticado por Hutus radicais contra os Tutsis em Ruanda, e, sempre que praticado pelo estado, a ´raça estatal´ jamais produziu bons frutos.
Em minha exposição dia 05/3/2010, na audiência pública no Supremo Tribunal Federal, alertava aos D. Ministros: “Se a Suprema Corte autorizar a produção de leis raciais, nós teremos, em cinco, dez anos, milhares de leis raciais; todos os estados e municípios, todos os distritos, todas as universidades, todas as escolas serão submetidos a um regime de legislação racial.” luisnassif.com/forum/topics/comparato-x-militao-as-razoes?xg_source=activity . Ousei lembrar a mais Alta Corte, lições de MONTESQUIEU sobre quais os efeitos colaterais da pedagogia racial estatal, especialmente a nós afro-descendentes, as vítimas do racismo. Dizia o filósofo do iluminismo: “Nós recebemos três educações: a da família, a dos pais; a dos mestres, educadores; e a do Estado. Esta última, a do mundo, a do Estado, destrói cabalmente as duas primeiras.”
Ao contrário do que pensa o Deputado professor de racismo, o estado não pode fazer a pedagogia racial violadora do direito à dignidade humana dos afro-brasileiros. Em qualquer identidade jurídica racial, os pretos e os pardos serão designados a ´raça negra´, aquela que o racismo afirma ser a ´raça inferior´. Ao estado cabe fazer a educação para a cidadania que é a educação para a liberdade e a igualdade que são direitos da humanidade que o estado não pode violar. Conforme pondera MARIA VICTÓRIA BENEVIDES: “Vale lembrar como MONTESQUIEU já situava os direitos da humanidade acima de todos os outros. Numa luminosa reflexão, infelizmente pouco divulgada, por pertencer aos seus escritos esparsos, ele afirma: "Se eu soubesse de algo que me fosse útil e prejudicial à minha família, eu o rejeitaria de meu espírito. De algo que fosse útil à minha família e não à minha pátria, procuraria esquecê-lo. Se soubesse de algo que fosse útil à minha pátria e prejudicial à Europa, ou então útil à Europa e prejudicial ao gênero humano, eu consideraria isso um crime". (1996; www.hottopos.com/notand2/ educacao_para_a_democracia.htm ).
ORTEGA y GASSET, nos legou um dever ético: a entrega às futuras gerações de um ambiente social melhor do que recebemos. Temos o dever de impedir que envenenem o ambiente social do futuro. O que propõe o nobre ´professor de racismo´ é prejudicial ao gênero humano. É crime!
RE-TRATOS - UNEGRO PELOS DIREITOS HUMANOS
CNPJ n° 04.572671/0001-88 - Inscrição Municipal n° 202922-28 - Registro SJDS n° 312073
Porto Alegre, 28 de março de 2010.
Senhor Presidente.
Ao cumprimentar Vossa Excelência, a UNEGRO – União de Negros pela Igualdade no RS vem por meio deste, após contato com o Sr. Carlos Alberto Junior, ouvidor da SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Gabinete da Presidência da Republica, propor a realização por esta Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do RS a realização de Audiência Publica para tratar dos seguintes temas, que envolvem violência de Policiais Militares no nosso Estado contra jovens negros:
1. O assassinato no dia 11 de março do corrente ano, do jovem Tairone da Silva, de 17 anos, pelo Policial Militar Alexandre Camargo Abe, de 29 anos; e
2. As agressões sofridas pelo Estudante do Curso de História da UNIPAMPA de Jaguarão, Helder Santos e seus colegas, abordados pelo Soldado Osni e Sargento Ávila.
Importante convocar para esta Audiência:
1. Ministério Público Federal;
2. Ministerio Público Estadual;
3. SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial;
4. Comando Geral da Brigada Militar;
5. Comandos Regionais da Brigada Militar de Osório e Jaguarão;
6. Secretaria de Estado da Justiça e dos Direitos Humanos;
7. Secretaria de Segurança Pública;
8. Comissões das Câmaras Municipais de Direitos Humanos dos Municípios de Osório e Jaguarão;
9. Entidades ligadas aos Direito Humanos.
Prende-se nossa solicitação ao avanço da repressão violenta dos órgãos de segurança ou seus representantes em nosso Estado, a população negra e principalmente a sua juventude.
Não podemos aceitar que num Estado de direitos e no avanço das conquistas das políticas públicas de inclusão social e de maior oportunidade ao povo negro, a violência contra o nosso povo continue avançando.
Vários são os avanços que o movimento negro gaúcho e brasileiro tem alcançado nos últimos anos e em resposta a isto, temos cada vez mais repressão dos setores conservares e racistas de nosso Estado.
Por tanto, acreditando que o parlamento gaúcho não legisle apenas para uma parte de sua população gaúcha, solicitamos a realização desta Audiência Pública o mais breve possível.
Certos de podermos contar com Vosso apoio, apresentamos protesto de apreço e estima.
Atenciosamente,
José Antonio dos Santos da Silva
Secretário Geral.
Ao Exmº Senhor Deputado.
MIKI BREIER
MD. Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do RS.
Nesta Capital.
Contato:
51.91792404
53.99491618
unegrors@gmail.com
__._,_.___
Anexo(s) de =?iso-8859-1?Q?Jos=E9_Antonio_dos_Santos_da_Silva?=
1 de 1 arquivo(s)
FOLHA UNEGRO_Comissão de Direitos Humanos da ALERGS_28MAR2011.pdf
Porto Alegre, 28 de março de 2010.
Senhor Presidente.
Ao cumprimentar Vossa Excelência, a UNEGRO – União de Negros pela Igualdade no RS vem por meio deste, após contato com o Sr. Carlos Alberto Junior, ouvidor da SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Gabinete da Presidência da Republica, propor a realização por esta Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do RS a realização de Audiência Publica para tratar dos seguintes temas, que envolvem violência de Policiais Militares no nosso Estado contra jovens negros:
1. O assassinato no dia 11 de março do corrente ano, do jovem Tairone da Silva, de 17 anos, pelo Policial Militar Alexandre Camargo Abe, de 29 anos; e
2. As agressões sofridas pelo Estudante do Curso de História da UNIPAMPA de Jaguarão, Helder Santos e seus colegas, abordados pelo Soldado Osni e Sargento Ávila.
Importante convocar para esta Audiência:
1. Ministério Público Federal;
2. Ministerio Público Estadual;
3. SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial;
4. Comando Geral da Brigada Militar;
5. Comandos Regionais da Brigada Militar de Osório e Jaguarão;
6. Secretaria de Estado da Justiça e dos Direitos Humanos;
7. Secretaria de Segurança Pública;
8. Comissões das Câmaras Municipais de Direitos Humanos dos Municípios de Osório e Jaguarão;
9. Entidades ligadas aos Direito Humanos.
Prende-se nossa solicitação ao avanço da repressão violenta dos órgãos de segurança ou seus representantes em nosso Estado, a população negra e principalmente a sua juventude.
Não podemos aceitar que num Estado de direitos e no avanço das conquistas das políticas públicas de inclusão social e de maior oportunidade ao povo negro, a violência contra o nosso povo continue avançando.
Vários são os avanços que o movimento negro gaúcho e brasileiro tem alcançado nos últimos anos e em resposta a isto, temos cada vez mais repressão dos setores conservares e racistas de nosso Estado.
Por tanto, acreditando que o parlamento gaúcho não legisle apenas para uma parte de sua população gaúcha, solicitamos a realização desta Audiência Pública o mais breve possível.
Certos de podermos contar com Vosso apoio, apresentamos protesto de apreço e estima.
Atenciosamente,
José Antonio dos Santos da Silva
Secretário Geral.
Ao Exmº Senhor Deputado.
MIKI BREIER
MD. Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do RS.
Nesta Capital.
Contato:
51.91792404
53.99491618
unegrors@gmail.com
__._,_.___
Anexo(s) de =?iso-8859-1?Q?Jos=E9_Antonio_dos_Santos_da_Silva?=
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