quarta-feira, 24 de março de 2010

MOBILIZAÇÃO RELAÇÃO ÉTNICO-RACIAIS


II Curso de Formação e Oficinas Pedagógicas em Relações Etnico-Raciais e Cultura Afro-brasileira



DATA: 26 DE MARÇO DE 2010

LOCAL: SESC - RUA FERNANDO DE NORONHA (CENTRO).



TEMA: CULTURA E RELIGIÃO AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA

PALESTRANTE: DONA VILMA

HORÁRIO: 8:30 AS 12:OO

TEMA: MÍDIA, MULHER, NEGRO E PRECONCEITOS.

PALESTRANTE: ROSANE BORGES

HORÁRIO: 14:00 AS 18:00

sexta-feira, 19 de março de 2010

ATÉ QUANDO VAMOS TOLERAR A INTOLERÂNCIA

Repúdio contra preconceito
SID repudia preconceito contra mãe cigana em Jundiaí - SP
A Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural (SID) vem a público repudiar a atitude da guarda municipal de Jundiaí, interior de São Paulo, que tomou, à força, a filha de 1 ano e 2 meses da cigana Dervana Dias, por determinação da justiça, baseada apenas numa denúncia anônima.

Para a SID, que apoia o segmento com ações para a proteção e promoção da cultura do povo cigano, a atitude da polícia e da justiça local, além de violenta, foi motivada por preconceito, tendo em vista que a cigana estava lendo as mãos dos transeuntes, e não pedindo esmolas utilizando a filha para sensibilizar as pessoas.

O Padre Wallace Zanon, coordenador Nacional da Pastoral dos Nômades do Brasil, acredita também que a ação policial tenha sido movida pelo preconceito. “A cigana estava lendo a mão e esse é o seu trabalho. Eu já vi muito esse tipo de preconceito contra os ciganos no Brasil”, afirma o padre, que entrou em contato com a diocese da cidade de Jundiaí pedindo para que a igreja local acompanhe o caso.

Para o padre todas as pessoas envolvidas no episódio eram despreparadas para lidar com a situação, principalmente os policiais que usaram de violência contra a mãe. “A imagem mostra claramente o policial torcendo o braço da cigana que estava desesperada pela perda da filha”, observou o coordenador da Pastoral dos Nômades.

Ele ainda considerou absurda a declaração da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, Solange Giotto, de que não havia outra forma de tirar a criança da mãe e de que ela não sofrerá traumas pela separação. A criança foi colocada em um abrigo, chora o tempo todo e não consegue se expressar em português. “Qualquer outra criança teria traumas ao ser retirada dessa forma dos braços da mãe. Por que com uma criança cigana seria diferente?”, pergunta Padre Wallace, ainda estarrecido com o episódio.

Para a advogada do Centro de Referência dos Direitos do Povo Cigano, Dra. Vanessa Martins de Souza, a cena foi chocante e a atitude dos policiais chegou a ser cruel. “Nós já entramos em contato com o Ministério Público de Jundiaí e estamos tentando localizar a mãe, que parece estar acampada em outro local”, disse a advogada. Ela informou ainda que o Centro de referência, que desenvolve trabalho conjunto com a Secretaria dos Direitos Humanos, da Presidente da República, e com a Pastoral dos Nômades para a proteção dos ciganos, está buscando todos os órgãos competentes e se colocando à disposição da mãe para fazer a sua defesa junto à justiça de Jundiaí.

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)





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quinta-feira, 18 de março de 2010

SABEDORIA ANCESTRAL - ARTICULA AÇÃO

Nos dias 15 e 16 de  março, encontro regional -FORUM INTERGOVERNAMENTAL DE POLITICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DA REGIÃO SUL, com a presença da Drª Maria do Carmo " Cacá", representante da Secretaria de Politicas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da Republica,  Flavia, representante do PIR do Rio Grande do Sul, Graziela, representante do estado de Santa Catarina, Gestores e conselho local..        

O encontro contou com a presença de ativistas, lideranças e representantes de instituições do Movimento Negro da região, nas trocas entre estes nucleos a Tuxáua Darlene levantou a questão da ancestralidade,   religião de matriz africana,  ação griô e a importância  destas ações nos CMPIR

sexta-feira, 12 de março de 2010

RE-TRATE NA BELEZA DE SER.


“Combater o racismo não é uma opção; é uma obrigação moral e ética!”

Convidamos

“ENCONTRO REGIONAL DO FIPIR/SEPPIR”

A Coordenação de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Região Sul, convida para a solenidade de abertura do Encontro Regional do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial – FIPIR/SEPPIR, com a Profª. Dra. Maria do Carmo da Silva “Cacá”, Gerente de Projetos – FIPIR e Assessora de Assuntos Federativos da SEPPIR-PR, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República.

Data: 15 de março de 2010 – segunda-feira
Horário: 19 horas
Local: ACIL, rua Minas Gerais, 297, 1º andar
A participação de V.Sa., em muito enriquecerá a cerimônia.

Saudações Fraternas
Maria de Fátima Beraldo
Coordenadora de PIR da Região Sul

quarta-feira, 10 de março de 2010

RE-TRATANDO A NÃO VIOLENCIA FEMININA

Através de cantigas, bailados, sorrisos  e muito orgulho, jovens da cidade de Londrina mostram a riqueza da cultura afro-brasileira e dizem não a violencia feminina, em uma troca cultural de Pontos de Cultura com a cidade de Cambé.

As cantigas, outrora cantadas por mulheres, trabalhadoras nas lavouras do sertão por todo o Brasil, falando de sonhos, de lutas, de dores e de amores, foram apresentadas por jovens e adolescentes ao publico incluindo os gestores do municipio visinho UM VIVA A IGUALDADE NA DIVERSIIDADE. 08/03/2010

SINTO PENA DA IGNORÂNCIA DO " NOBRE". A LUTA CONTINUA...

Carta de Repúdio

Nós, Conselheiras e Conselheiros do Conselho Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - CNPIR vimos através desta, repudiar a opinião expressada pelo excelentíssimo senador da república sr. Demóstenes Torres, Presidente da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania do Senado Federal, no seu pronunciamento durante a Audiência Pública no Supremo Tribunal Federal do Brasil (STF), no dia 03 de Março de 2010, que analisava o recurso instituído pelo Partido Democratas contra as Cotas para Negros na Universidade de Brasília.
Na oportunidade o mesmo afirmou que: as mulheres negras não foram vítimas dos abusos sexuais, dos estupros cometidos pelos Senhores de Escravos e, que houve sim consentimento por parte destas mulheres. Na sua opinião: Tudo era consensual!. O excelentíssimo senador da república Demóstenes Torres, continua sua fala descartando a possibilidade da violência física e sexual vivida por negras africanas neste período supracitado. Relembra-nos a frase: Estupra, mas não mata!!!.
O excelentíssimo senador Demóstenes aprofunda mais ainda seu discurso machista e racista, quando afirma que as mulheres negras usam de um discurso vitimizado ao afirmarem que são as vítimas diretas dos maus tratos e discriminações no que se refere ao atendimento destas na saúde pública. Que as pesquisas apresentadas para justificar a necessidade de políticas públicas específicas, são duvidosas e que nem sempre são confiáveis, pois podem ser burladas e conter números falsos.
Enquanto o estado brasileiro reconhece a situação de violência física e sexual sofrida pelas mulheres brasileiras, criando mecanismos de proteção como a Lei Maria da Penha, quando neste ano comemoramos 100 anos do Dia Internacional da Mulher, o excelentíssimo senador, vem na contramão da história e dos fatos expressando o mais refinado preconceito, machismo e racismo incrustado na sociedade brasileira.
Por isso, vimos através desta carta ao Povo Brasileiro repudiar a atitude do excelentíssimo senador Demóstenes Torres.
Ao tempo em que resgatamos a dignidade das mulheres negras e indígenas, que durante a formação desta grande nação, foram SIM abusadas, foram SIM estupradas, foram SIM torturadas, foram SIM violentadas em seu físico e sua dignidade. Aos filhos dos seus algozes, o leite do seu peito, aos seus filhos, o chicote. Não nos curvaremos ao discurso machista e racista do Senador! É inaceitável, que o pensamento dos Senhores de Engenho se expresse em atitudes no Parlamento Brasileiro.
Brasília, 05 de Março de 2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

PROPOSTAS DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL


I – O combate ao preconceito e discriminação com respeito às diferenças.
II – O papel da religiosidade na preservação das culturas.
III – Papel do Poder Público e Sociedade Civil na construção de políticas públicas de combate ao racismo, preconceito e discriminação.

Entre as políticas gerais.
. Estimular projetos culturais que tratem das questões de raiz africana.
. Criar mecanismos de descentralização, diversificação e regionalização das atividades do Conselho contemplando as regiões Norte, Sul, Leste e Oeste.
. Dar visibilidade e publicidade aos projetos e políticas públicas estabelecidas pelo Governo e pela Sociedade, nas diversas Conferências e Projetos (Cultura, Educação, Assistência Social, Saúde) e Programas que beneficiam a comunidade negra.
. Propor que negros, indígenas e japoneses sejam contemplados nas peças publicitárias dos poderes públicos.
. Propor, aos órgãos competentes, a obrigatoriedade do exame da anemia falciforme a todos os recém-nascidos negros e afrodescendentes (como exame do pezinho).

ESTE É APENAS UM COMEÇO...

terça-feira, 2 de março de 2010

DIREITOS


 
E foi lá, na ilha de São Francisco do Sul - no estado de Santa Catarina, a terceira cidade mais antiga do Brasil.
O encontro dos representantes dos Pontos de Cultura do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Uma cidadel, linda, romantica, acolhedora e sua gente, em perfeita harmonia e sintonia com toda esta riqueza.

Você pode encontrar a qualquer momento a anfitriã Ana Coutinho,
em alguma sala ou corredor, do gigante Museo Nacional do Mar,
Como o amar, encontrar o mar, no mar de amar

O previlégio de conhecer pessoas, sensíveis, que nos emocionam ao se emocionar.
Ouvindo um companheiro falar de suas ",vidas,idas,vividas, "
É o que vale a pena, viver para ver, conviver com emoções reais.

Re-tratar no feminino a força do encontro do SER.
Por estar empodeirando-se das ferramentas da alma.

O que é ser um PONTO no infinito?
Tantas coisas....

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